Tantos motivos para usar a nuvem... Escala para atender a demanda. Assegurar um desempenho confiável. Reduza os custos de infra-estrutura. Lançar novos projetos com uma implementação flexível e rápida. Aqui estão algumas opções.


ArcGIS Server na Microsoft Azure

Os usuários do ArcGIS Server podem aproveitar o poder de infraestrutura escalável na nuvem da Microsoft, mantendo controle total dos ativos geoespaciais. Você tem o poder do processamento distribuído para trabalhar com a tecnologia GIS em tempo real, o que permite:

  • Monitorar e analisar feeds de dados em tempo real de qualquer tipo de sensor
  • Processar e analisar grandes quantidades de imagens de satélite e de sensoriamento remoto
  • Realizar análise espaço-temporais em grandes conjuntos de dados de até bilhões de pontos de dados
Descubra mais sobre ArcGIS Server na Microsoft Azure (Em inglês) →

ArcGIS Pro na nuvem azul

A principal aplicação profissional desktop da Esri, ArcGIS Pro, agora está acessível via plataforma de nuvem Azure da Microsoft, aproveitando sua crescente coleção de serviços em nuvem integrado. Aproveite todos os recursos do ArcGIS Pro na área de trabalho virtual do Azure. Visualizar, editar e analisar dados geográficos em 2D e 3D e compartilhar seu trabalho com os outros.

Descubra mais sobre ArcGIS Pro →

Serviço gerenciado de GIS em tempo real

Esri vai ofere um serviço de nuvem gerenciado no Microsoft Azure Container Services, trabalhando com o Azure IoT Suite. Isso vai combinar em tempo real tecnologia de GIS da Esri com uma capacidade de análise de grande volume de dados para processar e analisar dezenas de milhares (até milhões) de registros por segundo. A Esri pode gerir a infraestrutura de nuvem Azure para que você possa se concentrar em trabalhar com qualquer tipo de dados de streaming:

  • Sensores em tempo real para mover objetos como veículos e navios
  • Sensores fixos que são componentes em uma elétrica, água ou gás rede utilitário
  • Feeds a partir de sensores ambientais, clima e meios de comunicação sociais
Li sobre isso na revista Fortune (Em inglês) →